domingo, 12 de novembro de 2017
Gestores empresariais queixam-se de procedimentos bancários
E não é só com empresas...
Gestores empresariais queixam-se de procedimentos bancários:
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Juristas falam de ″mão oculta″ na resistência à entrega do mercado do Km30
Jeremias Dumbo? Mas não o conhecemos de Benguela? Sem adjectivos...
Juristas falam de ″mão oculta″ na resistência à entrega do mercado do Km30:
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Juristas falam de ″mão oculta″ na resistência à entrega do mercado do Km30:
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quarta-feira, 8 de novembro de 2017
FSDEA nega irregularidades no seu relacionamento com a Quantum Global
Mais uma vez, uma resposta 'oficial', de reafirmação de princípios e práticas impolutos, que não desmonta nem desmente nenhuma das acusações concretas que foram feitas.
FSDEA nega irregularidades no seu relacionamento com a Quantum Global:
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sábado, 4 de novembro de 2017
Morreu general João Baptista de Matos - comunicado do BP do MPLA
Ficará, sem dúvida, como um brilhante estratega militar. As sombras que sobre ele recaem, sobretudo a partir do estudo de Rafael Marques acerca dos diamantes de sangue, são comuns a muitos outros, infelizmente. Mas a memória da atuação decisiva para o fim do conflito armado é, sem dúvida, mais forte.
Morreu general João Baptista de Matos - comunicado do BP do MPLA:
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Morreu general João Baptista de Matos - comunicado do BP do MPLA:
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017
Huíla: Má-nutrição acima dos 20% em três municípios da província
Problemas concretos, cuja resolução nos dará a medida do interesse e da capacidade da nova liderança para tornar o país saudável:
Huíla: Má-nutrição acima dos 20% em três municípios da província
Huíla: Má-nutrição acima dos 20% em três municípios da província
domingo, 29 de outubro de 2017
José de Lima Massano nomeado governador do BNA (actualizada)
Aumenta a expectativa sobre as mudanças que vão trazer todas estas nomeações, vistas em geral como um alívio da camisa de forças que nos prendia à inoperância:
José de Lima Massano nomeado governador do BNA (actualizada):
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quinta-feira, 19 de outubro de 2017
O alinhamento total de João Lourenço com a liderança de Isabel dos Santos?
O alinhamento total de João Lourenço com a liderança de Isabel dos Santos na Sonangol:
"Isabel dos Santos salientou que o novo Chefe de Estado está "completamente por dentro" dos seus planos de reestruturação da companhia estatal e lembrou que os mesmos foram apresentados ao anterior Governo, do qual o actual Presidente também fazia parte.
Por isso, reforçou a presidente do conselho de administração da Sonangol, João Lourenço está completamente a par da transformação da petrolífera e da sua visão."
A boa análise política tem por base a boa análise crítica. O título da notícia indica um "alinhamento total" do novo Presidente com a filha do antigo, sem mencionar que se trata de declarações de Isabel dos Santos, o que se diz só a seguir, a meio do lead ou cabeça da notícia.
O começo da notícia recorda-nos os sinais em contrário, que levam a desconfiar das afirmações de Isabel dos Santos. Vamos lendo a matéria sem nenhuma prova concludente de alinhamento e, já perto do fim, surge essa citação (acima). Percebemos então que o novo Presidente está a par de tudo porque fazia parte do anterior governo, ao qual os planos de reestruturação da SONANGOL foram apresentados. Não porque se tenham reunido e ele tenha dito que está de acordo.
O título fiel à matéria seria, portanto, diferente. Porque, na verdade, o que se passou foi que Isabel dos Santos, em reunião internacional na qual precisava de sossegar os investidores, alegou que João Lourenço não podia negar que não conhece os planos e, se não os rejeitou nem comentou negativamente conhecendo-os, é porque está de acordo: "quem cala consente".
A atitude de Isabel dos Santos denota, portanto, uma grande fragilidade da sua parte e uma tentativa de encostar à parede o novo Presidente - apesar da situação em que ela está. Confiante no poder que o pai tem no MPLA ainda, prefere forçar João Lourenço a publicamente solidarizar-se com a sua gestão e o seu plano, tornando-o assim, aparentemente, refém de si próprio e não do ex-presidente.
Refém de si próprio e cúmplice do que ela estará a fazer - de bem ou de mal, não sei.
"Isabel dos Santos salientou que o novo Chefe de Estado está "completamente por dentro" dos seus planos de reestruturação da companhia estatal e lembrou que os mesmos foram apresentados ao anterior Governo, do qual o actual Presidente também fazia parte.
Por isso, reforçou a presidente do conselho de administração da Sonangol, João Lourenço está completamente a par da transformação da petrolífera e da sua visão."
A boa análise política tem por base a boa análise crítica. O título da notícia indica um "alinhamento total" do novo Presidente com a filha do antigo, sem mencionar que se trata de declarações de Isabel dos Santos, o que se diz só a seguir, a meio do lead ou cabeça da notícia.
O começo da notícia recorda-nos os sinais em contrário, que levam a desconfiar das afirmações de Isabel dos Santos. Vamos lendo a matéria sem nenhuma prova concludente de alinhamento e, já perto do fim, surge essa citação (acima). Percebemos então que o novo Presidente está a par de tudo porque fazia parte do anterior governo, ao qual os planos de reestruturação da SONANGOL foram apresentados. Não porque se tenham reunido e ele tenha dito que está de acordo.
O título fiel à matéria seria, portanto, diferente. Porque, na verdade, o que se passou foi que Isabel dos Santos, em reunião internacional na qual precisava de sossegar os investidores, alegou que João Lourenço não podia negar que não conhece os planos e, se não os rejeitou nem comentou negativamente conhecendo-os, é porque está de acordo: "quem cala consente".
A atitude de Isabel dos Santos denota, portanto, uma grande fragilidade da sua parte e uma tentativa de encostar à parede o novo Presidente - apesar da situação em que ela está. Confiante no poder que o pai tem no MPLA ainda, prefere forçar João Lourenço a publicamente solidarizar-se com a sua gestão e o seu plano, tornando-o assim, aparentemente, refém de si próprio e não do ex-presidente.
Refém de si próprio e cúmplice do que ela estará a fazer - de bem ou de mal, não sei.
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